quarta-feira, 17 de junho de 2009

As dores

Tento esquecer as dores que sofri
Lembrando dos dias que sorri
Quero esquecer os momentos infelizes
Fui ferida, ficaram cicatrizes tento esquecer e não esqueço.
Preciso merecer não mereço vou tentando alcançar não alcanço.
Necessito avançar e não avanço.
Tento esquecer o dia que passou, quero esquecer que nunca me amou.
Vou tentando esquecer meus piores momentos, lembranças amargas, terríveis tormentadas. Tenho apagadas lembranças no peito nenhuma esperança. Algumas lembranças da tua linda imagem do teu porte, do teu brilho.
Vou seguindo na presente realidade vou te amando na saudade, Mas tentando te esquecer, pois a vida segui, necessito viver...

lição


O passado sempre tem uma lição para nós, o presente tem uma escola nos convidando a ingressar e o futuro é uma incógnita.
O passado ensina-nos, no presente aprende-se e no futuro termos que respeitá-los não o conhecemos...

sábado, 13 de junho de 2009

Força


De onde vem essa força que

me prende a seus olhos?

Para onde vão esses prantos

que por você eu choro?

Que fazer para obtê-lo por um momento?

Como fazer para tirar sua imagem doce do meu pensamento?

Como perder-me por um instante

em seus cabelos?

Como fazer você responder

aos meus apelos?

Meus olhos cantam uma

canção de amor por ti,

canção que nem no mar jamais ouvi.

Se eu pudesse tocar seu rosto

em meio à chuva

e lentamente tocar seus lábios

dóceis e quentes,

tocar seu corpo e nos seus braços,

fechar os olhos lentamente…

Sei que não adianta dizer mais e mais poesias,

pois nenhuma delas explicariam você.

Só me resta fechar os olhos e te esquecer,

meu coração deixar chorar, deixar sofrer,

e em meu peito sua imagem,

aos poucos, deixar morrer…

Sol.


Assim como o sol se põem, lágrimas rolam por saber que não mais o veremos;
Mas as lágrimas não te deixariam ver as estrelas;
Também não é necessário chorar a perda do sol;
Pois saiba que no dia seguinte, ele voltará;
E brilhará como nunca;
Iluminando seu caminho;
E aquecendo seu coração;
Dando a esperança de sempre ter um novo dia.
Te admiro de mais.
Pra mim você é o sol;
Do qual eu preciso;
Para iluminar meu caminho;
E aquecer meu coração.

Por que?


Por que será que quase sempre não damos o devido valorquando temos um grande amor? E depois que o perdemos sempre voltar atrás queremos e a única coisa que conseguimos é o sofrer com a dor que sentimos.Nunca deixe de dizer eu te amo ,palavras sagradas que alimentam a emoçãoe engrandecem o coração.Sempre que puder escreva algo gostoso de ser lido,pois tudo aquilo que se escreve jamais será esquecido.Se ama mesmo, de verdade,nunca pense só em você O alguém que está do seu lado precisa também sentir-se amado.Esqueça o egoísmoe tente ser agradável mesmo que para você seja algo abominável Agradar a quem se ama não custa tanto assim! As vezes com pequenos gestos ou mesmo com um meigo olhar.sempre procure o seu amor demonstrar.Amanhã poderá ser muito tardee depois não adianta chorar...

sábado, 30 de maio de 2009

Terceira Ponte, Vitoria Espirito Santo.











A Terceira Ponte tem nome oficial de Ponte Deputado Darcy Castello de Mendonça e liga a cidade de Vitória a Vila Velha, ambas no estado do Espírito Santo e foi a maior obra já realizada no estado e uma das maiores do Brasil, tornando-se um dos cartões-postais da cidade.
O povo apelidou-a de Terceira Ponte logo que foi anunciado o projeto de sua construção, devido às duas outras pontes que já existiam anteriormente ligando Vitória a Vila Velha: Ponte Florentino Avidos (conhecida como "Cinco Pontes") e Segunda Ponte (Ponte do Príncipe).
A primeira ponte (Florentino Avidos), inaugurada em 1928, ligou o coração de Vitória com os fundos de Vila Velha. A segunda, aberta em 1979, trouxe o tráfego continental para o miolo da capital, Vitória.
A Terceira Ponte foi construída para desafogar essas duas primeiras. Possui 3,33 km de extensão, vão principal com 70m de altura e 260m de um pilar ao outro, permitindo assim o acesso de navios de grande porte à baía de Vitória.
É a principal ligação de Vitória com Vila Velha e o litoral sul do Espírito Santo e depois de sua construção, Vila Velha passou por um intenso crescimento na construção civil, dando outra dimensão à sua então condição de cidade-dormitório.
O primeiro pilar da Terceira Ponte foi concretado em 1978, durante o Governo de Élcio Álvares e foi concluída em 1989, no Governo de Max Mauro. A ponte iniciou operando com 12 mil carros por dia e em outubro de 1992 já eram 15.964 por dia, em média. Atualmente passam pela Terceira Ponte, diariamente, cerca de 58 mil veículos, que contam com uma estrutura moderna e eficiente, que compreende: iluminação, sinalização, serviço de emergência médica e socorro mecânico. Toda a operação da Terceira Ponte é monitorada por um moderno Centro de Controle Operacional (CCO).
Terceira Ponte em números:
61 pilares;
3,3 km de extensão;
Vão central com 70 metros de altura; (Segundo maior do Brasil)
Vão livre com 260 metros (entre um pilar e outro);
250 postes e 250 lâmpadas instaladas;
Desde a sua inauguração até os dias de hoje, o fluxo de carros que trafega pela Terceira Ponte teve um crescimento superior a 450%;
Praça de pedágio com 15 pistas, sendo 12 pistas (manuais) e 03 automáticas (arrecadamento automático debitado em aparelho eletrônico no veículo);
Dois painéis de mensagens variáveis agilizam a comunicação da empresa com os usuários, informando principalmente sobre as condições de tráfego. Estes painéis também são utilizados para a comunicação de relacionamento com os usuários.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Chamamos sempre de Ilha do amor




De um lado, 45 km de rio, do outro são 42 km de praias de areia dourada, um mar de ondas médias e água morna. Quando a maré baixa formam-se piscinas rasas na areia da praia fazendo a alegria da garotada.
A poucos quilômetros do Oceano Atlântico, o Rio São Mateus, no município homônimo, divide-se em dois braços. Para o norte segue o Rio Cricaré, que foi palco da morte de Fernão de Sá, filho de Men de Sá, em 1558, pelos índios Aimorés; mais largo e curto, alcança o mar a cerca de 17 Km, onde está a cidade de Conceição da Barra; para o sul segue o Rio Mariricu, mais estreito e longo, desaguando a cerca de 28 Km num estuário, junto à Barra-Nova, uma pequena vila de pescadores. Ao alcançar o mar, os dois braços formam a Ilha de Guriri, no Estado do Espírito Santo, Sudeste do Brasil.
Os mangues circundam as duas barras fartos de vida atraindo peixes e pássaros. Uma mata ciliar litorânea com árvores pequenas margeia a maior parte dos rios no restante de sua extensão; o interior da ilha e áreas próximas ao mar são cobertos por restingas onde os pássaros cantam livremente. É um paraíso tropical de 55 km2 cuja paz somente é quebrada no Ano Novo, quando os trios elétricos tomam conta das ruas do centro do bairro de Guriri num carnaval que, praticamente, só acaba na Quarta-feira de cinzas, quando tudo fica calmo outra vez. São praticamente dois meses de folia, por sorte, para quem quer descansar, restrita ao centro do bairro. À noite, aos finais de semana no verão dança-se na rua com os trios elétricos e nos bares com música ao vivo ao ritmo do axé e do pagode; são os pontos de encontro e da paquera que se mantém abertos até o amanhecer; no restante do ano, somente os trios elétricos não são presentes e alguns bares fecham as portas.
As atrações do lugar incluem, além das duas barras, a praia, coqueirais, bosques e refúgios à beira dos rios, pequenos povoados com gente típica, barzinhos e restaurantes junto aos rios ou à praia onde se pode provar delícias locais como caranguejos cozidos, pescadinha frita, moqueca de robalo, camarões de todos os tipos e tamanhos e os mais variados caldos. Durante o verão, na pracinha do centro do bairro, assiste-se a shows de capoeira, bandas musicais e concursos de beleza. O nascer do sol é sempre um espetáculo e pela manhã, bem cedo, os pescadores preparam suas redes e enfrentam as ondas em suas pequenas canoas. Mais tarde eles retornam com pescadinhas, sardas, cações, arraias e bagres. Quem for à Barra Nova, por uma estrada estreita de terra, a 27 Km do centro do bairro, verá uma das mais belas paisagens locais, além de apreciar, na maré cheia pela manhã, a saída das traineiras para o mar e, no meio da tarde, o seu retorno. Se você for mais afoito poderá alugar uma traineira e participar da pescaria que inclui o arrasto para apanhar camarões e pequenos peixes que servem de isca para fisgar sardas, bijupirás, dorminhocos e camurupins; é um dia de aventuras e fartura de peixes e, às vezes, mareação, pois nem tudo é perfeito. Se o seu espírito de aventura for menor, pode alugar um caiaque e remar pelo estuário. Ao cair da tarde sentado num dos bares às margens do Rio Mariricu assiste-se ao segundo show diário do sol ao se pôr, pois aqui o céu quase sempre tem poucas nuvens que se enchem de cores. Além disso, poderá arriscar-se a lançar no rio um anzol com isca de camarão vivo ou manjuba e, com sorte, apanhar um robalo quando a maré estiver subindo.